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MERCADO DE ENERGIA SOLAR DEVE CRESCER NO BRASIL COM A COPA E AS OLIMPÍADAS

Atualmente, a principal fonte de energia utilizada no Brasil é a de base hidrelétrica. No entanto, o apagão de 2001 e a demanda por iniciativas mais sustentáveis nos últimos anos fizeram o país olhar para outras alternativas, como a solar. Hoje, embora a representatividade dessa matriz no mercado ainda seja ínfima, se comparada à das grandes usinas que utilizam as águas dos rios, a expectativa é de que ela cresça, movida, entre outras coisas, pelos programas de habitação do governo (que tem recomendado a instalação de coletores solares para aquecimento de água) e os dois grandes eventos esportivos que acontecerão em 2014 e 2016: a Copa do Mundo e as Olimpíadas, respectivamente.

O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, coordenado pelo governo federal, tem recomendado a utilização da matriz solar nos sistemas de aquecimento de água das casas construídas. Até agora, já foram entregues 13 mil propostas nesse sentido à Caixa Econômica Federal, que financia o projeto. A expectativa é de que, até 2010, 40 mil das residências construídas tenham água aquecida a partir da luz do sol, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste.
 
Com o anúncio de que o Brasil será sede dos dois mais importantes eventos esportivos do mundo – a Copa e as Olimpíadas – o debate sobre a capacidade energética do país foi retomado. Na África do Sul, por exemplo, mesmo às vésperas da festa do futebol, algumas cidades vivem sob um regime de racionamento. Por aqui, embora o cenário não seja crítico como o sul-africano, a alta demanda energética que haverá com a ocupação de hotéis, restaurantes e estádios estimula as buscas por outras fontes, que, por um lado, complementem a matriz tradicional, e, por outro, abram caminho para as alternativas mais sustentáveis.
A utilização da matriz solar como fonte de energia é usada de duas formas.
 
Uma, mais difundida no Brasil, é a térmica, voltada para os sistemas de aquecimento de água. A outra é a fotovoltaica, que produz eletricidade para uso geral e ainda é incipiente no país. Nas economias mais desenvolvidas esse segmento já está consideravelmente avançado, e é utilizado em residências, repartições públicas e estabelecimentos comerciais.
 
Embora disponha da luz do sol praticamente o ano todo em algumas regiões, como o Nordeste e o Centro-Oeste, o Brasil ainda é o décimo no ranking de utilização da matriz solar como fonte de energia. O país fica atrás de China, Israel, Áustria, Índia, Turquia, Alemanha, Japão, Estados Unidos e Austrália. 
 
 

05/2010

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