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Redução de emissões de CO2 e degradação florestal

No atual cenário ambiental uma das alternativas para incentivar a preservação ambiental é a redução das emissões geradas pelo desmatamento. Preservar as florestas promove a redução das emissões de gases do efeito estufa e ainda tem o potencial de gerar outros benefícios como impactos positivos sobre a biodiversidade e conservação de recursos hídricos e a economia local.

O Brasil é o quarto emissor mundial de gases de efeito estufa, o desmatamento contribui com as emissões de GEE, principalmente na forma de CO2. Uma ferramenta online gratuita desenvolvida pela Universidade de Maryland dos Estados Unidos permite observar o desmatamento. O mapa coleta dados dos últimos anos, sendo possível verificar como a cobertura florestal mudou.

 
 

Dados do SEEG de emissões de gases de efeito estufa, revelam que as emissões por “mudança do uso da terra” representavam 70% do total de emissões em 2004 frente a análise dos dados mais atuais de 2012 que representam 32% das emissões.

Na última década, tem-se observado uma queda das emissões resultantes da redução do desmatamento. 

 

A redução das emissões por desmatamento e degradação, inclui o aumento do controle, a remuneração de atividades relacionadas à conservação de florestas, manejo sustentável e aumento dos estoques de carbono florestais.

Embora, alcançou-se uma redução significativa das emissões, daqui pra frente, caso pretendemos reduzir as emissões ainda mais, será mais complexo, tanto porque o patamar de desmatamento é outro e ações mais sofisticadas deverão ser colocadas em funcionamento, mas também deveremos ter que agir em outras frentes como por exemplo: transporte, indústria e principalmente agropecuária que é a maior fonte de GEE no Brasil atualmente.

Por: Rodrigo Rudge Ramos Ribeiro


07/2014

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