O estudo "Pilares para a Sustentabilidade Financeira do Sistema Nacional de Unidades de Conservação" evidencia que as fontes tradicionais de financiamento de Unidades de Conservação, especialmente as públicas, são essenciais, porém insuficientes. A carência de recursos financeiros e humanos representa uma ameaça para a viabilidade dessas áreas no longo prazo.

Neste sentido, fontes de receitas como a concessão para manejo de florestas, concessão para exploração do turismo e créditos de carbono, dentre outros mecanismos,  têm papel primordial na conservação de áreas naturais.

O Ekos Brasil apoia organizações na exploração sustentável de potenciais fontes de receitas em áreas naturais, como créditos de carbono, manejos florestais e turismo.